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Um mundo quase perfeito

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Outros

2020-03-03 09:42:48
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Vinhas ter comigo todas as noites, naquele verão junto ao mar e onde a brisa sacode os pinheiros. É tão breve a felicidade, vivemos sempre com pressa e acreditamos que o tempo nos cabe nos bolsos. Tu ficavas ali, na sombra de uma árvore, e eu corria para a água. Tu cozinhavas, eu servia-te café, dávamos as mãos e aprendíamos a amar. Perguntava-te, então, se alguma vez foras mais feliz, perguntava-te qual o cheiro da minha pele, perguntava-te se havia café mais negro e opaco do que aquele que te servira. Respondias-me sempre com um sorriso ou com um verso de Sophia que leras naquele livro que um dia te ofereci e que guardavas porque nele estava escrito o meu nome. E voltávamos a aprender a amar, também a aprender a morrer, revelando-nos aos dois nesse plano que nunca se repete e que torna o Amor chama insubstituível de um mundo quase perfeito.
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Um mundo quase perfeito
Vinhas ter comigo todas as noites, naquele verão junto ao mar e onde a brisa sacode os pinheiros. É tão breve a felicidade, vivemos sempre com pressa e acreditamos que o tempo nos cabe nos bolsos. Tu ficavas ali, na sombra de uma árvore, e eu corria para a água. Tu cozinhavas, eu servia-te café, dávamos as mãos e aprendíamos a amar. Perguntava-te, então, se alguma vez foras mais feliz, perguntava-te qual o cheiro da minha pele, perguntava-te se havia café mais negro e opaco do que aquele que te servira. Respondias-me sempre com um sorriso ou com um verso de Sophia que leras naquele livro que um dia te ofereci e que guardavas porque nele estava escrito o meu nome. E voltávamos a aprender a amar, também a aprender a morrer, revelando-nos aos dois nesse plano que nunca se repete e que torna o Amor chama insubstituível de um mundo quase perfeito.
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