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José Ramos
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Paisagem Natural/"Stardust"
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Paisagem Natural/"Stardust"
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descrição
"Stardust" | Ponta da Piedade, Portugal

Rochas delicadamente esculpidas de arenito, calcário e rocha vulcânica, fotografadas a partir da ponta de uma escarpa, debaixo da escuridão hipnotizante da Lua Nova de Maio de 2020. A Via Láctea irrompe directamente do longínquo horizonte do mar, acompanhada à esquerda por Saturno e Jupitér, o maior planeta do sistema solar, cuja luz reflectida era forte o suficiente para ser visível no oceano.

Fotografar paisagens nocturnas é uma das experiências mais intensas de abandono do self que conheço. Todos os sentidos estão absolutamente focados nos mais pequenos estímulos externos, desde os sons intrigantes da fauna, o movimento sónico e ondulante do mar, as sombras gigantes a dar tanto espaço à imaginação.

Esta experiência de abandono torna-se ainda mais intensa quando se passam alguns minutos a perder o olhar nas estrelas incontáveis que preenchem o céu, cada uma dela a transformar o mundo que nos rodeia em algo que transcende a compreensão, algo que se estende a um infinito intangível. E é precisamente neste palco de coisas impossíveis que se recebe o dom da "vida", nascida de uma sincronicidade misteriosa e improvável, a dança da poeira cósmica que se junta e cria uma entidade senciente.

Nós não estamos na Natureza. Nós somos Natureza. Nós somos Universo.

Sony a7R + Laowa 15mm f2.0 | Abertura: f2.0 | Exposição: 25 segunos | ISO: 1000 | Tripé FLM | Disparador remoto | Single exposure com light painting do foreground
exif / informação técnica
Máquina: SONY
Modelo: ILCE-7R
Exposição: 25 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura:
ISO: 1000
Dist.Focal:
Dist.Focal (35mm):
Software: Adobe Photoshop CC 2018 (Windows)

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"Stardust"
"Stardust" | Ponta da Piedade, Portugal

Rochas delicadamente esculpidas de arenito, calcário e rocha vulcânica, fotografadas a partir da ponta de uma escarpa, debaixo da escuridão hipnotizante da Lua Nova de Maio de 2020. A Via Láctea irrompe directamente do longínquo horizonte do mar, acompanhada à esquerda por Saturno e Jupitér, o maior planeta do sistema solar, cuja luz reflectida era forte o suficiente para ser visível no oceano.

Fotografar paisagens nocturnas é uma das experiências mais intensas de abandono do self que conheço. Todos os sentidos estão absolutamente focados nos mais pequenos estímulos externos, desde os sons intrigantes da fauna, o movimento sónico e ondulante do mar, as sombras gigantes a dar tanto espaço à imaginação.

Esta experiência de abandono torna-se ainda mais intensa quando se passam alguns minutos a perder o olhar nas estrelas incontáveis que preenchem o céu, cada uma dela a transformar o mundo que nos rodeia em algo que transcende a compreensão, algo que se estende a um infinito intangível. E é precisamente neste palco de coisas impossíveis que se recebe o dom da "vida", nascida de uma sincronicidade misteriosa e improvável, a dança da poeira cósmica que se junta e cria uma entidade senciente.

Nós não estamos na Natureza. Nós somos Natureza. Nós somos Universo.

Sony a7R + Laowa 15mm f2.0 | Abertura: f2.0 | Exposição: 25 segunos | ISO: 1000 | Tripé FLM | Disparador remoto | Single exposure com light painting do foreground
Tag’s: ponta da piedade,via láctea,lagos,portugal,algarve,longa exposição,fotografia nocturna
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Máquina: SONY
Modelo: ILCE-7R
Exposição: 25 sec
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Dist.Focal (35mm):
Software: Adobe Photoshop CC 2018 (Windows)


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