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Judith Tomaz
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| A salmoura morre lentamente como um bicho, que antagonizou as lágrimas... sente-se que inscreveu no cérebro o sulco das redes... os vestígios do berço. Cresceu nos olhos um tempo que subdivide a mágoa. Não há pórticos para mundos paralelos... só névoa em caminhos que os muros proibem... E o espanto/tempo que arrasta as sombras pelo mar de sargaços, onde bebemos líquidos amnióticos, com o sabor salgado dos primórdios do frio. Sob o calor sedento dobram-se as cordas... os cabos... as redes... o odor a pesca... as femininas vagas. Ao voltar ao mar, suavemente, a repercussão das horas delimita a perversão que nos cobra a vida... sem ilusões... sem equívocos... Só o tempo Espera.|

jt
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| A salmoura morre lentamente como um bicho, que antagonizou as lágrimas... sente-se que inscreveu no cérebro o sulco das redes... os vestígios do berço. Cresceu nos olhos um tempo que subdivide a mágoa. Não há pórticos para mundos paralelos... só névoa em caminhos que os muros proibem... E o espanto/tempo que arrasta as sombras pelo mar de sargaços, onde bebemos líquidos amnióticos, com o sabor salgado dos primórdios do frio. Sob o calor sedento dobram-se as cordas... os cabos... as redes... o odor a pesca... as femininas vagas. Ao voltar ao mar, suavemente, a repercussão das horas delimita a perversão que nos cobra a vida... sem ilusões... sem equívocos... Só o tempo Espera.|

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