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José Ramos
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Paisagem Natural/Primordial
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Paisagem Natural/Primordial
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descrição
"Primordial" | Ilha da Madeira

No topo do mundo, de mãos dadas com a montanha, a vertigem da nossa pequenez é amparada pela dança das nuvens, que tingidas de tons quentes embatem na vertente Oeste da cordilheira que liga o Pico do Arieiro ao Pico Ruivo, contornando suavemente os seus vértices e permanecendo silenciosas, criando uma beleza sem nome, primordial, inesquecível.

No topo do mundo curvamo-nos lentamente em vénia de reverência, e abandonamos o ruído que ensurdecia o início da caminhada. Reerguemos os olhos, suspendemos o vazio que teimosamente nos habita, e mergulhamos na pulsação síncrona da força que nos invade o interior, arrebatados, plenos...


Uma imagem capturada em 2019, num dos trilhos icónicos da Ilha da Madeira. A 1800 metros de altitude, este local tem tanto de belo como de temperamental em termos climatéricos, com períodos de cobertura total por nuvens e sem pingo de visibilidade, que se instalam imprevisivelmente em questão de minutos. Após a sexta tentativa aparentemente falhada, e com um mergulho de fé por entre o nevoeiro denso, finalmente os céus abriram e revelaram este cenário memorável.

Local: Ilha da Madeira

Sony a7R + Laowa 10-18mm f4.5-f5.6 | Distância focal: 12mm | Abertura: f/11 | Exposição: 1/80 segundos | ISO: 800 | Foco manual | 4 stops Medium ND Grad Nisi
exif / informação técnica
Software: Adobe Photoshop 22.0 (Windows)
favorita de 20
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Primordial
"Primordial" | Ilha da Madeira

No topo do mundo, de mãos dadas com a montanha, a vertigem da nossa pequenez é amparada pela dança das nuvens, que tingidas de tons quentes embatem na vertente Oeste da cordilheira que liga o Pico do Arieiro ao Pico Ruivo, contornando suavemente os seus vértices e permanecendo silenciosas, criando uma beleza sem nome, primordial, inesquecível.

No topo do mundo curvamo-nos lentamente em vénia de reverência, e abandonamos o ruído que ensurdecia o início da caminhada. Reerguemos os olhos, suspendemos o vazio que teimosamente nos habita, e mergulhamos na pulsação síncrona da força que nos invade o interior, arrebatados, plenos...


Uma imagem capturada em 2019, num dos trilhos icónicos da Ilha da Madeira. A 1800 metros de altitude, este local tem tanto de belo como de temperamental em termos climatéricos, com períodos de cobertura total por nuvens e sem pingo de visibilidade, que se instalam imprevisivelmente em questão de minutos. Após a sexta tentativa aparentemente falhada, e com um mergulho de fé por entre o nevoeiro denso, finalmente os céus abriram e revelaram este cenário memorável.

Local: Ilha da Madeira

Sony a7R + Laowa 10-18mm f4.5-f5.6 | Distância focal: 12mm | Abertura: f/11 | Exposição: 1/80 segundos | ISO: 800 | Foco manual | 4 stops Medium ND Grad Nisi
Tag’s: madeira,arieiro,ilha da madeira,portugal
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