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Fotojornalismo/Ponte da Arrábida
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Ponte da Arrábida

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Fotojornalismo

2020-09-28 11:17:15
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A ponte da Arrábida foi a segunda ponte entre Porto e V.N.Gaia a ser construída para a circulação rodoviária, sendo uma das seis pontes ainda existentes na cidade do Porto, sendo estas por ordem de construção a Ponte de D. Maria Pia, a Ponte Luís I, a Própria Ponte da Arrábida, a Ponte de São João, a Ponte do Freixo e a Ponte do Infante.
Por volta da década de quarenta constatou-se que a circulação na Ponte Luís I, entre Porto e V.N.Gaia, se fazia com muita dificuldade, motivado sobretudo pela expansão demográfica do distrito do Porto e do concelho de V.N.Gaia, e reconheceu-se a necessidade de uma travessia alternativa. Em Março de 1952 a J.A.E.(Junta Autónoma das Estradas), adjudicou a elaboração dos anteprojectos a um Engenheiro de Pontes de renome mundial, Professor Edgar Cardoso. O projecto viria a ser aprovado em 1955.
Com o custo de cerca de 240 mil contos, cerca de 1.200.000 €, em Março de 1957 foram iniciadas as obras. Na sua construção foram gastos 20 mil toneladas de cimento, 58.700 m3 de betão armado, 2.250 toneladas de aço nos varões e 2.200 toneladas de aço laminado, no cimbre utilizado.
A 22 de Junho de 1963 é finalmente inaugurada a Ponte da Arrábida, no mandato de Nuno Pinheiro Torres, dispondo de quatro elevadores para que os peões pudessem vencer a distância de setenta metros do rio ao tabuleiro, facilitando em muito a travessia pedonal. Nas torres dos elevadores, parte integrante da estrutura daquela obra de arte, podem observar-se quatro esculturas ornamentais com cinco metros de altura, fundidas em bronze. Duas do lado do Porto, do escultor Barata Feyo, e simbolizando "O Génio Acolhedor da Cidade do Porto" e "O Génio da Faina Fluvial e do Aproveitamento Hidroeléctrico", e duas do lado de Gaia, do escultor Gustavo Bastos, representando "O Domínio das Águas pelo Homem" e "O Homem na sua Possibilidade de Transpor os Cursos de Água".
No tempo da sua construção em 1963, a ponte tinha o maior arco em betão armado de qualquer ponte do mundo (julga-se que teria sido a primeira do género em todo o mundo).
O comprimento total da plataforma é de 615m, tendo uma largura de 27m. O seu vão de 270m, e 52m de flecha, arco esse constituído por duas costelas ocas paralelas, de 8 m de largura ligadas entre si por contraventamento longitudinal e transversal.
O Engenheiro responsável pelo seu projecto e construção foi Edgar Cardoso.
exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D3300
Exposição: 1/800 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/13
ISO: 200
Dist.Focal: 18mm
Dist.Focal (35mm): 27 mm
Software: Ver.1.00

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Ponte da Arrábida
A ponte da Arrábida foi a segunda ponte entre Porto e V.N.Gaia a ser construída para a circulação rodoviária, sendo uma das seis pontes ainda existentes na cidade do Porto, sendo estas por ordem de construção a Ponte de D. Maria Pia, a Ponte Luís I, a Própria Ponte da Arrábida, a Ponte de São João, a Ponte do Freixo e a Ponte do Infante.
Por volta da década de quarenta constatou-se que a circulação na Ponte Luís I, entre Porto e V.N.Gaia, se fazia com muita dificuldade, motivado sobretudo pela expansão demográfica do distrito do Porto e do concelho de V.N.Gaia, e reconheceu-se a necessidade de uma travessia alternativa. Em Março de 1952 a J.A.E.(Junta Autónoma das Estradas), adjudicou a elaboração dos anteprojectos a um Engenheiro de Pontes de renome mundial, Professor Edgar Cardoso. O projecto viria a ser aprovado em 1955.
Com o custo de cerca de 240 mil contos, cerca de 1.200.000 €, em Março de 1957 foram iniciadas as obras. Na sua construção foram gastos 20 mil toneladas de cimento, 58.700 m3 de betão armado, 2.250 toneladas de aço nos varões e 2.200 toneladas de aço laminado, no cimbre utilizado.
A 22 de Junho de 1963 é finalmente inaugurada a Ponte da Arrábida, no mandato de Nuno Pinheiro Torres, dispondo de quatro elevadores para que os peões pudessem vencer a distância de setenta metros do rio ao tabuleiro, facilitando em muito a travessia pedonal. Nas torres dos elevadores, parte integrante da estrutura daquela obra de arte, podem observar-se quatro esculturas ornamentais com cinco metros de altura, fundidas em bronze. Duas do lado do Porto, do escultor Barata Feyo, e simbolizando "O Génio Acolhedor da Cidade do Porto" e "O Génio da Faina Fluvial e do Aproveitamento Hidroeléctrico", e duas do lado de Gaia, do escultor Gustavo Bastos, representando "O Domínio das Águas pelo Homem" e "O Homem na sua Possibilidade de Transpor os Cursos de Água".
No tempo da sua construção em 1963, a ponte tinha o maior arco em betão armado de qualquer ponte do mundo (julga-se que teria sido a primeira do género em todo o mundo).
O comprimento total da plataforma é de 615m, tendo uma largura de 27m. O seu vão de 270m, e 52m de flecha, arco esse constituído por duas costelas ocas paralelas, de 8 m de largura ligadas entre si por contraventamento longitudinal e transversal.
O Engenheiro responsável pelo seu projecto e construção foi Edgar Cardoso.
Tag’s: Porto,Miragaia,Foz do Douro,Matosinhos,V.N.Gaia,Espinho,Ovar,Aveiro,Barcelos,Viana do Castelo
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Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D3300
Exposição: 1/800 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/13
ISO: 200
Dist.Focal: 18mm
Dist.Focal (35mm): 27 mm
Software: Ver.1.00


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