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Andre Briso
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Animais/Pavãozinho do Pará
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Pavãozinho do Pará

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Animais

2017-02-17 09:39:25
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comentários (50) galardões descrição exif favorita de (73)
descrição
O pavãozinho-do-pará é um Gruiforme da família Eurypygidae.

Conhecido também como pavão, pavão-da-várzea e pavão-papa-moscas.
Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) eurus = amplo; e pugë = garupa, anca; e do (grego) hëlias, hëlios = do sol, solar. ? Ave do sol com cauda ampla.
Características

Mede cerca de 48 cm de comprimento.

Adultos com pescoço longo e extremamente fino, cauda e parte de trás do corpo também é bastante longa. A cabeça é preta com lista superciliar branca e uma listra malar também branca. Garganta branca que se estende até a parte frontal do pescoço e do centro do peito e na barriga, tornando-se variavelmente creme e salpicado de preto e marrom, mas ainda mais leve do que o resto do corpo. Sob as asas a coloração é branca. Rabadilha e laterais do pescoço são finamente barrado em preto e creme, barrado este que vai tornando-se mais denso nas costas e mais leves ao longo dos flancos. O manto do indivíduo masculino e mais cinzento ou preto do que no indivíduo do sexo feminino. Escapulários são cinzentos, marrom ao preto, com grandes manchas brancas. Asas e cauda são barrados com coloração preta e cinza. Asas estendidas mostram um padrão com um sol formado pelas cores dourado, castanho e preto, mesma coloração apresentada por uma faixa nas pontas das asas. Esta faixa cobre as bases das primárias internas e também está presente em direção as pontas das primárias exteriores. A cauda aberta também mostra duas faixas na mesma coloração castanha e pretas. As íris são vermelhas com as pálpebras amarelas. Bico muito longo e pontudo. Maxila é em sua maior parte de cor preta ou acastanhada. A Mandíbula é de cor alaranjada. Os tarsos são de coloração laranja intenso e a pele da parte superior dos pés e dedos de coloração marrom.

Os juvenis possuem padrão semelhante ao adulto (Ridgway e Friedmann, 1941; Thomas e Strahl 1990).
Alimentação

Alimenta-se de insetos, rãs, peixinhos, caranguejos e outras pequenas presas, que obtém à beira d'água ou revirando o chão da floresta. Caça com olhos fixos na presa, avançando com cautela e fazendo com a cabeça movimentos em ziguezague para, de repente, apanhá-la com o bico.

Reprodução

Faz ninho em forma de tigela rasa, na ramagem acima ou próxima da água, utilizando folhas, raízes, musgos e lama. Põe 1 ou 2 ovos grandes, amarelados, com pintas castanhas e cinzentas. Macho e fêmea chocam os ovos durante 26 a 27 dias, cada um alternando durante dois dias, sem intervalo. Os filhotes já nascem emplumados e ficam cerca de 23 dias sem sair do ninho. Para proteger seu ninho, finge-se de ferida ou, então, mostrando toda a beleza de sua plumagem, abre as asas com imponência e emite um som parecido com o de uma cobra.
Hábitos

Habita beiras de rios e igarapés no interior da floresta densa e emaranhados de vegetação à beira d'água. Vive solitário ou aos pares, andando lentamente pelas margens de igarapés ou locais de solo úmido, porém raramente entra na água. Costuma cantar no início da manhã ou no final da tarde. Seu voo é baixo e silencioso, como o de uma ave noturna.

Distribuição Geográfica

Encontrada desde a América do Norte (México), presente em grande parte da Amazônia brasileira (também Equador e Peru), estendendo-se em direção sul até Goiás e o Mato Grosso do Sul (inclusive na porção adjacente da Bolívia) e, no Nordeste, até o Piauí. Menções recorrentes para a Argentina e Uruguai são errôneas.
exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 7D
Exposição: 1/1600 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/5
ISO: 640
Dist.Focal: 170mm
Dist.Focal (35mm):
Software: Adobe Photoshop CS6 (Windows)

favorita de 73
galardões
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    foto
    popular
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    curador
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Andre Briso

Andre Briso

olhares.com/briso
Araçatuba - SP,Brasil
Pavãozinho do Pará
O pavãozinho-do-pará é um Gruiforme da família Eurypygidae.

Conhecido também como pavão, pavão-da-várzea e pavão-papa-moscas.
Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) eurus = amplo; e pugë = garupa, anca; e do (grego) hëlias, hëlios = do sol, solar. ? Ave do sol com cauda ampla.
Características

Mede cerca de 48 cm de comprimento.

Adultos com pescoço longo e extremamente fino, cauda e parte de trás do corpo também é bastante longa. A cabeça é preta com lista superciliar branca e uma listra malar também branca. Garganta branca que se estende até a parte frontal do pescoço e do centro do peito e na barriga, tornando-se variavelmente creme e salpicado de preto e marrom, mas ainda mais leve do que o resto do corpo. Sob as asas a coloração é branca. Rabadilha e laterais do pescoço são finamente barrado em preto e creme, barrado este que vai tornando-se mais denso nas costas e mais leves ao longo dos flancos. O manto do indivíduo masculino e mais cinzento ou preto do que no indivíduo do sexo feminino. Escapulários são cinzentos, marrom ao preto, com grandes manchas brancas. Asas e cauda são barrados com coloração preta e cinza. Asas estendidas mostram um padrão com um sol formado pelas cores dourado, castanho e preto, mesma coloração apresentada por uma faixa nas pontas das asas. Esta faixa cobre as bases das primárias internas e também está presente em direção as pontas das primárias exteriores. A cauda aberta também mostra duas faixas na mesma coloração castanha e pretas. As íris são vermelhas com as pálpebras amarelas. Bico muito longo e pontudo. Maxila é em sua maior parte de cor preta ou acastanhada. A Mandíbula é de cor alaranjada. Os tarsos são de coloração laranja intenso e a pele da parte superior dos pés e dedos de coloração marrom.

Os juvenis possuem padrão semelhante ao adulto (Ridgway e Friedmann, 1941; Thomas e Strahl 1990).
Alimentação

Alimenta-se de insetos, rãs, peixinhos, caranguejos e outras pequenas presas, que obtém à beira d'água ou revirando o chão da floresta. Caça com olhos fixos na presa, avançando com cautela e fazendo com a cabeça movimentos em ziguezague para, de repente, apanhá-la com o bico.

Reprodução

Faz ninho em forma de tigela rasa, na ramagem acima ou próxima da água, utilizando folhas, raízes, musgos e lama. Põe 1 ou 2 ovos grandes, amarelados, com pintas castanhas e cinzentas. Macho e fêmea chocam os ovos durante 26 a 27 dias, cada um alternando durante dois dias, sem intervalo. Os filhotes já nascem emplumados e ficam cerca de 23 dias sem sair do ninho. Para proteger seu ninho, finge-se de ferida ou, então, mostrando toda a beleza de sua plumagem, abre as asas com imponência e emite um som parecido com o de uma cobra.
Hábitos

Habita beiras de rios e igarapés no interior da floresta densa e emaranhados de vegetação à beira d'água. Vive solitário ou aos pares, andando lentamente pelas margens de igarapés ou locais de solo úmido, porém raramente entra na água. Costuma cantar no início da manhã ou no final da tarde. Seu voo é baixo e silencioso, como o de uma ave noturna.

Distribuição Geográfica

Encontrada desde a América do Norte (México), presente em grande parte da Amazônia brasileira (também Equador e Peru), estendendo-se em direção sul até Goiás e o Mato Grosso do Sul (inclusive na porção adjacente da Bolívia) e, no Nordeste, até o Piauí. Menções recorrentes para a Argentina e Uruguai são errôneas.
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Andre Briso

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Araçatuba - SP,Brasil
Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 7D
Exposição: 1/1600 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/5
ISO: 640
Dist.Focal: 170mm
Dist.Focal (35mm):
Software: Adobe Photoshop CS6 (Windows)


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favorita de (73)