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Paisagem Urbana/Nenhum nome para existência simples e quebranto
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Paisagem Urbana/Nenhum nome para existência simples e quebranto
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Nenhum nome para existência simples e quebranto

fotografias > 

Paisagem Urbana

2016-03-06 19:11:46
comentários (112) galardões descrição exif favorita de (188)
descrição
Aprendeste os nomes do que deves calar, sempre que a cidade e o medo te roem os edifícios do corpo. Perseguiste a carne sem coágulos mas acabaste despido num beco noturno desabitado por Deus e pelas palavras. Titubeante, agarras o silêncio e gatinhas pelas escadas acima.
- Nem a terra há de soprar-me infinitos, nem a terra, ela que me arde na embriaguez dos olhos. Todo eu chovo, todo eu sibilo e sangro. E se me metesse no carro e viajasse para a praia? Adormecer na areia, enrolar as veias no movimento centrípeto da rebentação? Fumar a memória, acariciar pálpebras e deixar a espuma das ondas adormecer sobre a pele, refúgio inominável de voo sem vocábulo, infinitamente-quase e sempre devagar...
exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D610
Exposição: 1/60 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/4
ISO: 1800
Dist.Focal: 14mm
Dist.Focal (35mm): 14 mm
Software: Adobe Photoshop CS6 (Windows)

favorita de 188
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Aprendeste os nomes do que deves calar, sempre que a cidade e o medo te roem os edifícios do corpo. Perseguiste a carne sem coágulos mas acabaste despido num beco noturno desabitado por Deus e pelas palavras. Titubeante, agarras o silêncio e gatinhas pelas escadas acima.
- Nem a terra há de soprar-me infinitos, nem a terra, ela que me arde na embriaguez dos olhos. Todo eu chovo, todo eu sibilo e sangro. E se me metesse no carro e viajasse para a praia? Adormecer na areia, enrolar as veias no movimento centrípeto da rebentação? Fumar a memória, acariciar pálpebras e deixar a espuma das ondas adormecer sobre a pele, refúgio inominável de voo sem vocábulo, infinitamente-quase e sempre devagar...
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