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História/Mosteiro da Batalha
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Mosteiro da Batalha

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História

2009-03-28 10:46:41
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Classificado pela UNESCO como Património Mundial, este mosteiro nasce do voto feito por D. João I a Santa Maria da Vitória, no sentido de comemorar o sucesso sobre as tropas castelhanas, na batalha de Aljubarrota (a 14 de Agosto de 1385). Trata-se do mais acabado exemplo do gótico em Portugal. Dois arquitectos imprimiram a sua marca indelével nos primeiros tempos de construção do mosteiro. O português Afonso Domingues e o, talvez catalão, Huget. Afonso Domingues concebedarm a estrutura inicial da igreja (excepto as abóbadas da capela-mor, do transepto e da nave central) num gótico radiante. Huguet, que terá introduzido o gótico flamejante em Portugal, levou a cabo a construção da fachada principal da igreja, a abóbada da Sala do Capítulo, a Capela do Fundador (só para citar as edificações mais relevantes). É também neste mosteiro que o estilo manuelino dá os seus primeiros passos, por exemplo nas bandeiras dos arcos do claustro principal, ou nos motivos vegetalistas que começam a imperar. Na década de 30, de quatrocentos, dá-se início a uma obra que jamais seria acabada (para isso terá contribuído as exigências da construção do Mosteiro dos Jerónimos), falamos das Capelas Imperfeitas, panteão do monarca D. Duarte.

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Mosteiro da Batalha
Classificado pela UNESCO como Património Mundial, este mosteiro nasce do voto feito por D. João I a Santa Maria da Vitória, no sentido de comemorar o sucesso sobre as tropas castelhanas, na batalha de Aljubarrota (a 14 de Agosto de 1385). Trata-se do mais acabado exemplo do gótico em Portugal. Dois arquitectos imprimiram a sua marca indelével nos primeiros tempos de construção do mosteiro. O português Afonso Domingues e o, talvez catalão, Huget. Afonso Domingues concebedarm a estrutura inicial da igreja (excepto as abóbadas da capela-mor, do transepto e da nave central) num gótico radiante. Huguet, que terá introduzido o gótico flamejante em Portugal, levou a cabo a construção da fachada principal da igreja, a abóbada da Sala do Capítulo, a Capela do Fundador (só para citar as edificações mais relevantes). É também neste mosteiro que o estilo manuelino dá os seus primeiros passos, por exemplo nas bandeiras dos arcos do claustro principal, ou nos motivos vegetalistas que começam a imperar. Na década de 30, de quatrocentos, dá-se início a uma obra que jamais seria acabada (para isso terá contribuído as exigências da construção do Mosteiro dos Jerónimos), falamos das Capelas Imperfeitas, panteão do monarca D. Duarte.

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