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Monsanto - Portugal

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Gentes e Locais

2016-05-05 21:44:25
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Monsanto (ou Monsanto da Beira) foi uma freguesia portuguesa do concelho de Idanha-a-Nova, com 131,95 km² de área e 829 habitantes (2011). Densidade: 6,3 hab/km².

Foi sede de concelho entre 1174 e 1853.[3] Era constituído pelas freguesias da sede, Aldeia de João Pires, Aldeia do Salvador e Toulões. Tinha, em 1801, 2 139 habitantes.

Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Idanha-a-Velha, formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha da qual é a sede.
Monsanto, avista-se na encosta de uma grande derrapagem escarpada, designada de o Pelourinho de Monsanto (Mons Sanctus). Situa-se a nordeste de Guarda e irrompe repentinamente do campo. No ponto mais alto o seu pico atinge os 100 metros. A presença humana neste local data desde a era de D.Afonso Henriques. A arqueologia diz-nos que o local foi habitado pelos barvaros, no sopé do monte. Também existem vestígios da passagem visigótica e árabe. Os mouros seriam derrotados por D. Afonso Henriques[6] e, em 1165, o lugar de Monsanto foi doado ao rei de portugal que sob orientações de Gualdim Pais, que mandou construir o Castelo de Monsanto. O foral foi concedido pela primeira vez em 1174 pelo Rei de Portugal e rectificado, sucessivamente, por D. Sancho I (em 1190) e D. Afonso II (em 1217).

Foi D. Sancho I quem repovoou e reedificou a fortaleza que, entretanto, fora destruída nas lutas contra o Reino de Castela. Seriam novamente reparadas um século mais tarde, pelos Templários.

Em 1308, o Rei D. Dinis deu Carta de Feira e, em 1510, seria El Rei D. Manuel I a outorgar de novo foral e concedendo à aldeia a categoria de vila.

Em meados do século XVII, Luís de Haro (ministro de Filipe IV de Espanha), tenta cercar Monsanto, mas sem sucesso. No século XVIII, o Duque de Berwick também cerca Monsanto, mas o exército português, comandado pelo Marquês das Minas, derrota o invasor nas difíceis escarpas que se erguem até ao Castelo. Monsanto foi sede de concelho no período 1758-1853. Em 1815 um grave acidente, provocado por um raio destruiu o seu Castelo medieval, pela explosão do paiol de munições.[7]

Em 1938 ganhou o título de "Aldeia mais Portuguesa de Portugal", exibindo o Galo de Prata, troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, cuja réplica permanece até hoje no cimo da Torre do Relógio ou de Lucano.[6] Um pouco por toda a parte foram depois colocadas réplicas do Galo de Prata, quer em igrejas, torres ou outros monumentos de todo o país.
exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D800
Exposição: 1/160 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/25
ISO: 320
Dist.Focal: 70mm
Dist.Focal (35mm): 70 mm
Software: Elements Organizer 13.0

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Monsanto - Portugal
Monsanto (ou Monsanto da Beira) foi uma freguesia portuguesa do concelho de Idanha-a-Nova, com 131,95 km² de área e 829 habitantes (2011). Densidade: 6,3 hab/km².

Foi sede de concelho entre 1174 e 1853.[3] Era constituído pelas freguesias da sede, Aldeia de João Pires, Aldeia do Salvador e Toulões. Tinha, em 1801, 2 139 habitantes.

Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Idanha-a-Velha, formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha da qual é a sede.
Monsanto, avista-se na encosta de uma grande derrapagem escarpada, designada de o Pelourinho de Monsanto (Mons Sanctus). Situa-se a nordeste de Guarda e irrompe repentinamente do campo. No ponto mais alto o seu pico atinge os 100 metros. A presença humana neste local data desde a era de D.Afonso Henriques. A arqueologia diz-nos que o local foi habitado pelos barvaros, no sopé do monte. Também existem vestígios da passagem visigótica e árabe. Os mouros seriam derrotados por D. Afonso Henriques[6] e, em 1165, o lugar de Monsanto foi doado ao rei de portugal que sob orientações de Gualdim Pais, que mandou construir o Castelo de Monsanto. O foral foi concedido pela primeira vez em 1174 pelo Rei de Portugal e rectificado, sucessivamente, por D. Sancho I (em 1190) e D. Afonso II (em 1217).

Foi D. Sancho I quem repovoou e reedificou a fortaleza que, entretanto, fora destruída nas lutas contra o Reino de Castela. Seriam novamente reparadas um século mais tarde, pelos Templários.

Em 1308, o Rei D. Dinis deu Carta de Feira e, em 1510, seria El Rei D. Manuel I a outorgar de novo foral e concedendo à aldeia a categoria de vila.

Em meados do século XVII, Luís de Haro (ministro de Filipe IV de Espanha), tenta cercar Monsanto, mas sem sucesso. No século XVIII, o Duque de Berwick também cerca Monsanto, mas o exército português, comandado pelo Marquês das Minas, derrota o invasor nas difíceis escarpas que se erguem até ao Castelo. Monsanto foi sede de concelho no período 1758-1853. Em 1815 um grave acidente, provocado por um raio destruiu o seu Castelo medieval, pela explosão do paiol de munições.[7]

Em 1938 ganhou o título de "Aldeia mais Portuguesa de Portugal", exibindo o Galo de Prata, troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, cuja réplica permanece até hoje no cimo da Torre do Relógio ou de Lucano.[6] Um pouco por toda a parte foram depois colocadas réplicas do Galo de Prata, quer em igrejas, torres ou outros monumentos de todo o país.
Tag’s: aldeias,Portugal,paisagem,Monsanto
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