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FRANCISCO RALHA
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História/Lazareto
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História/Lazareto
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descrição
O primitivo colégio jesuíta, obra do arquitecto italiano Francisco Xavier Fabri (mais tarde um dos arquitectos da Ajuda), foi transformado no Hospital Real da Marinha através de alvará de construção assinado pelo príncipe regente em 1797. Era um edifício de boa traça com o seu corpo avançado, os janelões, o requintado escudo com as armas reais, frontão triangular de cantaria e os pináculos piramidais, num estilo neoclássico sóbrio, equilibrado, ao que se juntava frontão semelhante, mas no mesmo plano de fachada, existente na frontaria da Rua do Paraíso no Porto Brandão e que hoje já lá não está.
O tom geral do edifício era ocre, idêntico ao que actualmente ostentam os da Praça do Comércio.
A estrutura principal ainda hoje se mantém: um corpo frontal levemente angulado para acompanhar o traçado da rua, outro posterior, unidos quase perpendicularmente por outros três corpos, com maior comprimento o do lado nascente, que bordeja a calçada do Cardeal, e de menor dimensão o do lado poente, delimitando dois pátios de diferentes tamanhos.
Para as traseiras um jardim em socalcos e lá em baixo a margem do Tejo.
A panorâmica sobre Lisboa vista das janelas traseiras é soberba.
Mais tarde, este edifício que também foi asilo de raparigas (Albergue 28 de Maio), foi habitado entre 1975 e 1990 por pessoas oriundas das ex-colónias. Presentemente, encontra-se totalmente devoluto e em ruínas, estando à venda em hasta pública.
Pela sua envolvente panorâmica é um local a visitar.
exif / informação técnica
Maquina: PENTAX Corporation�
Modelo: PENTAX Optio M10�
Exposição: 1/250 sec
Abertura: f 4.9
ISO: 64
MeteringMode: Multi-Segment
Flash: No Flash
Dist.Focal: 15.8 mm

favorita de 9
galardões
  • galardão visitas
    1000
    visitas
Lazareto
O primitivo colégio jesuíta, obra do arquitecto italiano Francisco Xavier Fabri (mais tarde um dos arquitectos da Ajuda), foi transformado no Hospital Real da Marinha através de alvará de construção assinado pelo príncipe regente em 1797. Era um edifício de boa traça com o seu corpo avançado, os janelões, o requintado escudo com as armas reais, frontão triangular de cantaria e os pináculos piramidais, num estilo neoclássico sóbrio, equilibrado, ao que se juntava frontão semelhante, mas no mesmo plano de fachada, existente na frontaria da Rua do Paraíso no Porto Brandão e que hoje já lá não está.
O tom geral do edifício era ocre, idêntico ao que actualmente ostentam os da Praça do Comércio.
A estrutura principal ainda hoje se mantém: um corpo frontal levemente angulado para acompanhar o traçado da rua, outro posterior, unidos quase perpendicularmente por outros três corpos, com maior comprimento o do lado nascente, que bordeja a calçada do Cardeal, e de menor dimensão o do lado poente, delimitando dois pátios de diferentes tamanhos.
Para as traseiras um jardim em socalcos e lá em baixo a margem do Tejo.
A panorâmica sobre Lisboa vista das janelas traseiras é soberba.
Mais tarde, este edifício que também foi asilo de raparigas (Albergue 28 de Maio), foi habitado entre 1975 e 1990 por pessoas oriundas das ex-colónias. Presentemente, encontra-se totalmente devoluto e em ruínas, estando à venda em hasta pública.
Pela sua envolvente panorâmica é um local a visitar.
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    1000
    visitas

Maquina: PENTAX Corporation�
Modelo: PENTAX Optio M10�
Exposição: 1/250 sec
Abertura: f 4.9
ISO: 64
MeteringMode: Multi-Segment
Flash: No Flash
Dist.Focal: 15.8 mm


favorita de (9)