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Arte Digital/KEN ALDER
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Narrativa fascinante revela um segredo guardado há mais de 200 anos: a convenção do metro definida numa das maiores jornadas científicas da humanidade é um erro. Em Junho de 1792, dois intrépidos astrónomos saíram em direcções opostas de Paris com uma missão sem precedentes: medir o planeta, estabelecendo um padrão comum de grandeza que rompesse as barreiras das nações e do tempo. Durante sete anos, Pierre-François-André Méchain e Jean-Baptiste-Joseph Delambre viajaram pelo meridiano para extrair este número da superfície curva do globo terrestre. Com suas descobertas, ajudariam a definir uma nova medida – o metro – como sendo a décima milionésima parte da distância entre o Pólo Norte e o equador, instituindo, assim, uma convenção mundial. Em A Medida de Todas as Coisas o escritor americano Ken Alder faz um relato arrebatador desta expedição – uma das maiores odisseias científicas de todos tempos. Os estudos de Méchain e Delambre fizeram da aventura da ciência um empreendimento mundial que tornou possível nossa economia globalizada – mais de 95 por cento da população mundial usam oficialmente o sistema métrico. Mas, por trás deste triunfo público, existe uma história longa e amarga. Quando Alder localizou a correspondência perdida entre os dois cientistas descobriu um segredo de mais de 200 anos: a convenção do metro é um erro. Méchain se baseou em medidas conflituantes e, tomado pelo pânico, encobriu a discrepância dos cálculos. O peso da culpa o levou à loucura e, posteriormente, à morte. Depois de o metro ter sido publicamente anunciado, Delambre descobriu a verdade e se viu diante de uma penosa escolha: o que é mais importante, a verdade ou a verdade aparente? Adversários e defensores do sistema métrico nunca tomaram conhecimento desta falha secreta – o metro calculado pelos dois astrónomos é 0,2 milímetros mais curtos – perpetuados em cada subsequente definição do metro. E, como Alder descobriu ao longo de sua pesquisa, as únicas pessoas que sabiam a extensão total deste engano eram os próprios Delambre e Méchain.
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KEN ALDER
Narrativa fascinante revela um segredo guardado há mais de 200 anos: a convenção do metro definida numa das maiores jornadas científicas da humanidade é um erro. Em Junho de 1792, dois intrépidos astrónomos saíram em direcções opostas de Paris com uma missão sem precedentes: medir o planeta, estabelecendo um padrão comum de grandeza que rompesse as barreiras das nações e do tempo. Durante sete anos, Pierre-François-André Méchain e Jean-Baptiste-Joseph Delambre viajaram pelo meridiano para extrair este número da superfície curva do globo terrestre. Com suas descobertas, ajudariam a definir uma nova medida – o metro – como sendo a décima milionésima parte da distância entre o Pólo Norte e o equador, instituindo, assim, uma convenção mundial. Em A Medida de Todas as Coisas o escritor americano Ken Alder faz um relato arrebatador desta expedição – uma das maiores odisseias científicas de todos tempos. Os estudos de Méchain e Delambre fizeram da aventura da ciência um empreendimento mundial que tornou possível nossa economia globalizada – mais de 95 por cento da população mundial usam oficialmente o sistema métrico. Mas, por trás deste triunfo público, existe uma história longa e amarga. Quando Alder localizou a correspondência perdida entre os dois cientistas descobriu um segredo de mais de 200 anos: a convenção do metro é um erro. Méchain se baseou em medidas conflituantes e, tomado pelo pânico, encobriu a discrepância dos cálculos. O peso da culpa o levou à loucura e, posteriormente, à morte. Depois de o metro ter sido publicamente anunciado, Delambre descobriu a verdade e se viu diante de uma penosa escolha: o que é mais importante, a verdade ou a verdade aparente? Adversários e defensores do sistema métrico nunca tomaram conhecimento desta falha secreta – o metro calculado pelos dois astrónomos é 0,2 milímetros mais curtos – perpetuados em cada subsequente definição do metro. E, como Alder descobriu ao longo de sua pesquisa, as únicas pessoas que sabiam a extensão total deste engano eram os próprios Delambre e Méchain.
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