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Fotojornalismo/Ilha das Berlengas
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Ilha das Berlengas

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Fotojornalismo

2021-09-09 10:48:59
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descrição
O arquipélago das Berlengas é um arquipélago português, composto por ilhas graníticas, situado no oceano Atlântico, a 5,7 milhas a oeste do cabo Carvoeiro.[1] Dependem administrativamente da freguesia de São Pedro em Peniche, na região Oeste do Centro de Portugal. Foi a primeira área protegida do país quando, em 1465, o rei Afonso V de Portugal proibiu a prática de caça na ilha principal (Berlenga Grande). A Reserva Natural das Berlengas é considerada Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO desde 30 de Junho de 2011..
Fazem parte deste arquipélago três pequenas ilhas:
• Berlenga Grande
• Estelas
• Farilhões (-Forcados).
A Ilha da Berlenga ou Berlenga Grande divide-se em duas partes, quase totalmente separadas por uma falha sísmica que a norte deu origem ao chamado Carreiro dos Cações e a sul ao Carreiro do Mosteiro.
A parte maior da ilha, chama-se Berlenga e representa mais de 2/3 da superfície total da ilha; a parte menor chama-se Ilha Velha. Possui 78,8 hectares de superfície, aproximadamente 1,5 km de comprimento, 0,8 km de largura e uma altura máxima de 85 metros. Aqui encontra-se o Farol Duque de Bragança, o Forte de São João Baptista das Berlengas, a Praia do Carreiro do Mosteiro, restaurantes e parque de campismo.
De dezembro a março, a Ilha da Berlenga é apenas habitada pelos faroleiros e pelos vigilantes do ICNB.[2]
A ocupação humana da Berlenga Grande (única habitável) remonta à Antiguidade, sendo assinalada como, ?????????, Londobris ou Landobrix.
Mais tarde foi chamada de ilha de Saturno pelos geógrafos Romanos. Posteriormente foi visitada por navegadores Muçulmanos, Vikings, corsários Franceses e Ingleses.
Em 1513, com o apoio da rainha Rainha D. Leonor, monges da Ordem de São Jerónimo aí se estabeleceram com o propósito de oferecer auxílio à navegação e às vítimas dos frequentes naufrágios naquela costa atlântica, assolada por corsários, fundando o mosteiro da Misericórdia da Berlenga, no local onde, desde 1953, se ergue um restaurante. Entretanto, a escassez de alimentos, as doenças e os constantes assaltos de piratas e corsários marroquinos, argelinos, ingleses e franceses, tornaram impossível a vida de retiro dos frades, muitas vezes incomunicáveis devido à inclemência do mar.
No que toca à fauna destacam-se a lagartixa-de-bocage e o sardão, esta última espécie ameaçada pelas populações de gaivota, coelho-bravo e rato-preto. Existem várias espécies de aves, marinhas e não-marinhas, que nidificam neste ponto isolado do litoral, tais como:

exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D3300
Exposição: 10/4000
Abertura: f/9.0
ISO: 200
Distância Focal: 180/10
Software: Ver.1.00
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Ilha das Berlengas
O arquipélago das Berlengas é um arquipélago português, composto por ilhas graníticas, situado no oceano Atlântico, a 5,7 milhas a oeste do cabo Carvoeiro.[1] Dependem administrativamente da freguesia de São Pedro em Peniche, na região Oeste do Centro de Portugal. Foi a primeira área protegida do país quando, em 1465, o rei Afonso V de Portugal proibiu a prática de caça na ilha principal (Berlenga Grande). A Reserva Natural das Berlengas é considerada Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO desde 30 de Junho de 2011..
Fazem parte deste arquipélago três pequenas ilhas:
• Berlenga Grande
• Estelas
• Farilhões (-Forcados).
A Ilha da Berlenga ou Berlenga Grande divide-se em duas partes, quase totalmente separadas por uma falha sísmica que a norte deu origem ao chamado Carreiro dos Cações e a sul ao Carreiro do Mosteiro.
A parte maior da ilha, chama-se Berlenga e representa mais de 2/3 da superfície total da ilha; a parte menor chama-se Ilha Velha. Possui 78,8 hectares de superfície, aproximadamente 1,5 km de comprimento, 0,8 km de largura e uma altura máxima de 85 metros. Aqui encontra-se o Farol Duque de Bragança, o Forte de São João Baptista das Berlengas, a Praia do Carreiro do Mosteiro, restaurantes e parque de campismo.
De dezembro a março, a Ilha da Berlenga é apenas habitada pelos faroleiros e pelos vigilantes do ICNB.[2]
A ocupação humana da Berlenga Grande (única habitável) remonta à Antiguidade, sendo assinalada como, ?????????, Londobris ou Landobrix.
Mais tarde foi chamada de ilha de Saturno pelos geógrafos Romanos. Posteriormente foi visitada por navegadores Muçulmanos, Vikings, corsários Franceses e Ingleses.
Em 1513, com o apoio da rainha Rainha D. Leonor, monges da Ordem de São Jerónimo aí se estabeleceram com o propósito de oferecer auxílio à navegação e às vítimas dos frequentes naufrágios naquela costa atlântica, assolada por corsários, fundando o mosteiro da Misericórdia da Berlenga, no local onde, desde 1953, se ergue um restaurante. Entretanto, a escassez de alimentos, as doenças e os constantes assaltos de piratas e corsários marroquinos, argelinos, ingleses e franceses, tornaram impossível a vida de retiro dos frades, muitas vezes incomunicáveis devido à inclemência do mar.
No que toca à fauna destacam-se a lagartixa-de-bocage e o sardão, esta última espécie ameaçada pelas populações de gaivota, coelho-bravo e rato-preto. Existem várias espécies de aves, marinhas e não-marinhas, que nidificam neste ponto isolado do litoral, tais como:

Tag’s: Porto,Matosinhos,Maia,Castelo da Maia,Santa Maria de Avioso,V.N.Gaia,Viana do Castelo,Caminha,Arcos de Valdevez,Ponte de Lima,Ponte da Barca
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Modelo: NIKON D3300
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