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Tanto pediram, tanto suplicaram, que ele finalmente aí está. O calor instalou-se na semana passada em Portugal, com vagas de temperatura impressionante, onde nem a sombra nos conseguia valer. Pois é! Finalmente chegou o calor, pelo menos assim parece! A semana passada ficou marcada por temperaturas impressionantes, acima dos 30º, e onde o travo do calor se fez sentir de forma indescritível. Eu, que até gosto do calor, achei que o sol se excedeu em alguns momentos. É que onde quer que se estivesse nunca se estava fresco, a não ser que se tenha o privilégio de ter um ar condicionado e, talvez aí, a coisa mude de figura. Como o povo português não pode ver um raio de sol, você já deve ter imaginado a forte afluência às praias, não é? Minha nossa, tanto ‘copinho de leite’ com tendência a tornarem-se em ‘mariscos’! Parece que os portugueses continuam nas tintas para os alertas, já sobejamente difundidos, sobre os perigos do sol. Senão veja-se o seguinte: Sábado passado decidi ir até à Costa da Caparica, por volta das 15:30. Ok, a hora não era a melhor! Adivinhando o trânsito, não arrisquei ir pela via rápida que liga o Centro Sul à Costa da Caparica, e fui por outros caminhos, que só as pessoas da Margem Sul têm o privilégio de conhecer, para conseguir escapar a essas horas de calor e fila interminável. Mas, a sorte não me bafejou! A entrada das praias estava impossível: carros estacionados de ambos os lados, uma orquestra de buzinas em redor de mim, um misto de estilos musicais, na tentativa de cada viatura ter o som melhor que a outra, e pessoas quase nuas, foi o que presenciei naquela tarde de Sábado. O problema não era estarem semi-nuas, porque com o calor que estava até ninguém se importava de andar nu, mas a questão era que até parecia que todos, desconhecidos de longa data, havíamos combinado encontrar-nos por aquela zona para dar um mergulho no mar. Mas, será que agimos todos por telepatia? Ou será que é mesmo impossível ir para a praia sem apanhar trânsito? Hum, não sei! Sei é que a cor de pele das pessoas, que estavam tão saturadas como eu de estar ali, estava um pouco para o claro.
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Tanto pediram, tanto suplicaram, que ele finalmente aí está. O calor instalou-se na semana passada em Portugal, com vagas de temperatura impressionante, onde nem a sombra nos conseguia valer. Pois é! Finalmente chegou o calor, pelo menos assim parece! A semana passada ficou marcada por temperaturas impressionantes, acima dos 30º, e onde o travo do calor se fez sentir de forma indescritível. Eu, que até gosto do calor, achei que o sol se excedeu em alguns momentos. É que onde quer que se estivesse nunca se estava fresco, a não ser que se tenha o privilégio de ter um ar condicionado e, talvez aí, a coisa mude de figura. Como o povo português não pode ver um raio de sol, você já deve ter imaginado a forte afluência às praias, não é? Minha nossa, tanto ‘copinho de leite’ com tendência a tornarem-se em ‘mariscos’! Parece que os portugueses continuam nas tintas para os alertas, já sobejamente difundidos, sobre os perigos do sol. Senão veja-se o seguinte: Sábado passado decidi ir até à Costa da Caparica, por volta das 15:30. Ok, a hora não era a melhor! Adivinhando o trânsito, não arrisquei ir pela via rápida que liga o Centro Sul à Costa da Caparica, e fui por outros caminhos, que só as pessoas da Margem Sul têm o privilégio de conhecer, para conseguir escapar a essas horas de calor e fila interminável. Mas, a sorte não me bafejou! A entrada das praias estava impossível: carros estacionados de ambos os lados, uma orquestra de buzinas em redor de mim, um misto de estilos musicais, na tentativa de cada viatura ter o som melhor que a outra, e pessoas quase nuas, foi o que presenciei naquela tarde de Sábado. O problema não era estarem semi-nuas, porque com o calor que estava até ninguém se importava de andar nu, mas a questão era que até parecia que todos, desconhecidos de longa data, havíamos combinado encontrar-nos por aquela zona para dar um mergulho no mar. Mas, será que agimos todos por telepatia? Ou será que é mesmo impossível ir para a praia sem apanhar trânsito? Hum, não sei! Sei é que a cor de pele das pessoas, que estavam tão saturadas como eu de estar ali, estava um pouco para o claro.
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