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Animais/Biguá
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Animais/Biguá
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Biguá

O biguá (Phalacrocorax brasilianus) é uma ave suliforme da família Phalacrocoracidae.
Ave aquática, mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água. Para facilitar seus mergulhos, suas penas ficam completamente encharcadas, eliminando o ar que fica entre elas. Para secá-las é comum vê-lo pousado com as asas abertas ao vento. Quase sempre visto em grandes bandos voando próximo d'água, em formação em “V”. Quando voa se assemelha a patos, sendo às vezes considerado como tal, equivocadamente.
Também é conhecido pelos nomes de biguá-una, imbiuá, mergulhão, miuá e pata-d'água. Por ser inteiramente negro, recebe o nome comum, também, de corvo-marinho
.
Nome Científico
Seu nome científico significa: do (grego) phalakrokorax = mergulhão, cormorão; (latim)brasilianus = brasileiro. - Mergulhão brasileiro.

Características
Mede 58 a 73 cm, peso de 1,2 a 1,4 kg, envergadura de 100 a 102 cm. Sua plumagem é totalmente preta com saco gular amarelo. Possui pescoço longo, cabeça pequena, bico cinzento amarelado longo e fino, sendo que a ponta da maxila termina em forma de gancho. É possível observar uma discreta sobrancelha esbranquiçada. Íris azuis, pernas e pés palmados pretos. Na época da reprodução apresenta penas brancas beirando a garganta nua e com tufos brancos atrás das regiões auriculares. No período nupcial, as cores ficam mais vivas na plumagem de ambos os sexos.
Não existe nenhuma diferença na plumagem entre o macho e a fêmea.
Os indivíduos juvenis apresentam a plumagem amarronzada, um pouco mais clara na garganta e nas asas escuras.

Alimentação
Alimenta-se de peixes e crustáceos. Para capturar sua presa, mergulha a partir da superfície da água e, submerso, persegue-a. Os pés e o bico possuem função primordial na perseguição e captura. Um exímio mergulhador, não se contenta com os peixes da superfície. Mergulha mar abaixo e em meio a ziguezagues e viravoltas, conseguindo capturar sua presa. Come também girinos, sapos, rãs e insetos aquáticos
.
Reprodução
É monogâmico. Na época do acasalamento, o ritual de corte envolve uma ampla gama de movimentos e sons, com as aves agitando as asas e movimentando o pescoço de maneira peculiar. Os membros do casal roncam como um porco, empoleirados lado a lado, e executam curiosos meneios laterais com a cabeça, por repetidas vezes, copulando a seguir. Nidifica em colônias sobre árvores em matas alagadas, sarandizais, etc. O ninho é construído pelo casal. Enquanto o macho escolhe os locais de nidificação e traz material de ninho, é a fêmea que realmente constrói o ninho. Porções de ninhos anteriores são frequentemente reutilizadas. Os ninhos são geralmente compostos por uma camada externa espessa de galhos e gravetos, forrada com gramíneas moles e algas. A fêmea põe geralmente 3 a 4 ovos ovais, de cor azul a azul-claro, que são incubados pelo casal. O período de incubação varia de 23 a 26 dias. Os filhotes são alimentados por ambos os pais, que regurgitam o alimento em seus bicos. São alimentados até as 11 semanas de vida, e com 12 semanas já são totalmente independentes.

Hábitos
Vive em águas interiores e na orla marítima, também ocorrendo em rios, lagos, banhados, açudes, represas, estuários, manguezais e nas cidades em parques com lagoas. Não se afasta da costa para se aventurar no mar, mas voa para ilhas próxima à costa, podendo aí nidificar. Não possui glândula uropigiana, encharcando totalmente sua plumagem para aumentar o peso e facilitar os mergulhos. Quando sai da água, seca sua plumagem abrindo a cauda e as asas ao sol, ofegando de bico aberto, por vezes revelando seu saco gular amarelo. Descansa pousado na beira d’água, sobre pedras, árvores, estacas ou mesmo sobre cabos. Empoleirado em um só pé, coça o píleo com as unhas, de forma cômica. Dorme em árvores ressequidas, ao lado de garças, nos manguezais ou em sarandizais. Devido a suas fezes serem ácidas, podem danificar árvores, mas adubam a água, favorecendo a manutenção das populações de peixes, e assim atraindo outras aves para se alimentar. É desajeitado em terra, andando de maneira gingada, mas é exímio nadador e mergulhador, utilizando seus pés com membranas interdigitais natatórias como propulsores. Quando voa se assemelha a patos, sendo às vezes considerado como tais, equivocadamente, e, quando em bando, muitas vezes voa em formação em V. Mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água. Fora da época de reprodução, é geralmente solitário. Vive até os 12 anos em estado selvagem.
exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS REBEL T5
Exposição: 1/250 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/6.3
ISO: 100
Dist.Focal: 600mm
Dist.Focal (35mm): 940 mm
Software: Picasa

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Biguá

O biguá (Phalacrocorax brasilianus) é uma ave suliforme da família Phalacrocoracidae.
Ave aquática, mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água. Para facilitar seus mergulhos, suas penas ficam completamente encharcadas, eliminando o ar que fica entre elas. Para secá-las é comum vê-lo pousado com as asas abertas ao vento. Quase sempre visto em grandes bandos voando próximo d'água, em formação em “V”. Quando voa se assemelha a patos, sendo às vezes considerado como tal, equivocadamente.
Também é conhecido pelos nomes de biguá-una, imbiuá, mergulhão, miuá e pata-d'água. Por ser inteiramente negro, recebe o nome comum, também, de corvo-marinho
.
Nome Científico
Seu nome científico significa: do (grego) phalakrokorax = mergulhão, cormorão; (latim)brasilianus = brasileiro. - Mergulhão brasileiro.

Características
Mede 58 a 73 cm, peso de 1,2 a 1,4 kg, envergadura de 100 a 102 cm. Sua plumagem é totalmente preta com saco gular amarelo. Possui pescoço longo, cabeça pequena, bico cinzento amarelado longo e fino, sendo que a ponta da maxila termina em forma de gancho. É possível observar uma discreta sobrancelha esbranquiçada. Íris azuis, pernas e pés palmados pretos. Na época da reprodução apresenta penas brancas beirando a garganta nua e com tufos brancos atrás das regiões auriculares. No período nupcial, as cores ficam mais vivas na plumagem de ambos os sexos.
Não existe nenhuma diferença na plumagem entre o macho e a fêmea.
Os indivíduos juvenis apresentam a plumagem amarronzada, um pouco mais clara na garganta e nas asas escuras.

Alimentação
Alimenta-se de peixes e crustáceos. Para capturar sua presa, mergulha a partir da superfície da água e, submerso, persegue-a. Os pés e o bico possuem função primordial na perseguição e captura. Um exímio mergulhador, não se contenta com os peixes da superfície. Mergulha mar abaixo e em meio a ziguezagues e viravoltas, conseguindo capturar sua presa. Come também girinos, sapos, rãs e insetos aquáticos
.
Reprodução
É monogâmico. Na época do acasalamento, o ritual de corte envolve uma ampla gama de movimentos e sons, com as aves agitando as asas e movimentando o pescoço de maneira peculiar. Os membros do casal roncam como um porco, empoleirados lado a lado, e executam curiosos meneios laterais com a cabeça, por repetidas vezes, copulando a seguir. Nidifica em colônias sobre árvores em matas alagadas, sarandizais, etc. O ninho é construído pelo casal. Enquanto o macho escolhe os locais de nidificação e traz material de ninho, é a fêmea que realmente constrói o ninho. Porções de ninhos anteriores são frequentemente reutilizadas. Os ninhos são geralmente compostos por uma camada externa espessa de galhos e gravetos, forrada com gramíneas moles e algas. A fêmea põe geralmente 3 a 4 ovos ovais, de cor azul a azul-claro, que são incubados pelo casal. O período de incubação varia de 23 a 26 dias. Os filhotes são alimentados por ambos os pais, que regurgitam o alimento em seus bicos. São alimentados até as 11 semanas de vida, e com 12 semanas já são totalmente independentes.

Hábitos
Vive em águas interiores e na orla marítima, também ocorrendo em rios, lagos, banhados, açudes, represas, estuários, manguezais e nas cidades em parques com lagoas. Não se afasta da costa para se aventurar no mar, mas voa para ilhas próxima à costa, podendo aí nidificar. Não possui glândula uropigiana, encharcando totalmente sua plumagem para aumentar o peso e facilitar os mergulhos. Quando sai da água, seca sua plumagem abrindo a cauda e as asas ao sol, ofegando de bico aberto, por vezes revelando seu saco gular amarelo. Descansa pousado na beira d’água, sobre pedras, árvores, estacas ou mesmo sobre cabos. Empoleirado em um só pé, coça o píleo com as unhas, de forma cômica. Dorme em árvores ressequidas, ao lado de garças, nos manguezais ou em sarandizais. Devido a suas fezes serem ácidas, podem danificar árvores, mas adubam a água, favorecendo a manutenção das populações de peixes, e assim atraindo outras aves para se alimentar. É desajeitado em terra, andando de maneira gingada, mas é exímio nadador e mergulhador, utilizando seus pés com membranas interdigitais natatórias como propulsores. Quando voa se assemelha a patos, sendo às vezes considerado como tais, equivocadamente, e, quando em bando, muitas vezes voa em formação em V. Mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água. Fora da época de reprodução, é geralmente solitário. Vive até os 12 anos em estado selvagem.
Tag’s: biguá,ave,itu,arésio,a. leonel,brasil,fauna.
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