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manuel.rodrigues
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Paisagem Natural/avenida do jardim
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Paisagem Natural/avenida do jardim
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descrição

Traça uma avenida pelo jardim
ladeava-a velhos bancos e esguias
árvores sem fim, o olhar não as tomava
O vento as acariciava, soprava o pouco
restava a sua nudez envaidecida
libertava delas folhas, pequenas lançadas
irradiavam voos que tão únicos, dançavam.

Pelas bermas da avenida, dois rios
Folhas eram doiradas, jogavam pelos sopros
ao vento que as tocavam, como
crianças saltavam, sorriam, doavam alegria
Ora doiradas, verdes foram outras
tantas mais cores, eram belas
assim, belas sempre são também
Sem parar, o vento aguardavam
para as levar, com elas recados trazer
recados às outras levar.

Avenida ao fundo abre um largo
Uma só folha, sem a minha mão
lhe tocar ou o meu olhar a fixar
Voava e como em voo bailava
única e só, leve, no rodopio espalhava
alegria e cânticos que só o coração ouvia.
Alto, mais alto um açor, longas
asas planava, pelo vento da fantasia
Invejo o seu olhar, alongado vê
de onde o vento vem, sente
o aroma que o vento tem

No diante da avenida rodeiam
rosas de cores, tão imaginárias
as cores de pétalas secas, novas
pétalas em cor, e pétalas tinta de prata
das gotículas que o orvalho tem

Avenida pela plenitude, sem neblina
só trevas como desejo, olhei
Traços verticais como de carvão
riscam as esguias árvores sem fim
Pelas bermas, os rios, sinto
como elas folhas num leito,
senão odes de poesias doiradas,
senão asas de princesas encantadas.

manuel.rodrigues
11nov2019 >
exif / informação técnica
Máquina: SONY
Modelo: DSLR-A350
Exposição: 1/320 sec
Exposição (EV+/-): -0.7 step
Abertura: f/7.1
ISO: 200
Dist.Focal: 200mm
Dist.Focal (35mm): 300 mm
Software: PaintShop Pro 19,00





















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avenida do jardim

Traça uma avenida pelo jardim
ladeava-a velhos bancos e esguias
árvores sem fim, o olhar não as tomava
O vento as acariciava, soprava o pouco
restava a sua nudez envaidecida
libertava delas folhas, pequenas lançadas
irradiavam voos que tão únicos, dançavam.

Pelas bermas da avenida, dois rios
Folhas eram doiradas, jogavam pelos sopros
ao vento que as tocavam, como
crianças saltavam, sorriam, doavam alegria
Ora doiradas, verdes foram outras
tantas mais cores, eram belas
assim, belas sempre são também
Sem parar, o vento aguardavam
para as levar, com elas recados trazer
recados às outras levar.

Avenida ao fundo abre um largo
Uma só folha, sem a minha mão
lhe tocar ou o meu olhar a fixar
Voava e como em voo bailava
única e só, leve, no rodopio espalhava
alegria e cânticos que só o coração ouvia.
Alto, mais alto um açor, longas
asas planava, pelo vento da fantasia
Invejo o seu olhar, alongado vê
de onde o vento vem, sente
o aroma que o vento tem

No diante da avenida rodeiam
rosas de cores, tão imaginárias
as cores de pétalas secas, novas
pétalas em cor, e pétalas tinta de prata
das gotículas que o orvalho tem

Avenida pela plenitude, sem neblina
só trevas como desejo, olhei
Traços verticais como de carvão
riscam as esguias árvores sem fim
Pelas bermas, os rios, sinto
como elas folhas num leito,
senão odes de poesias doiradas,
senão asas de princesas encantadas.

manuel.rodrigues
11nov2019 >
Tag’s: a ilha dos pensamentos
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Máquina: SONY
Modelo: DSLR-A350
Exposição: 1/320 sec
Exposição (EV+/-): -0.7 step
Abertura: f/7.1
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Dist.Focal: 200mm
Dist.Focal (35mm): 300 mm
Software: PaintShop Pro 19,00