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História/AL-HARAM AL-SHARIF
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História/AL-HARAM AL-SHARIF
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AL-HARAM AL-SHARIF

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História

2019-06-18 20:09:20
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descrição
Segundo a ortodoxia judaica, os judeus não devem penetrar no monte do Templo porque o consideram um lugar sagrado profanado e porque poderiam, sem querer, violar o Sancta sanctorum do desaparecido templo, isto é, a zona do mesmo cuja entrada só estava permitida ao sumo sacerdote.
Em 361, o imperador romano Juliano, ordenou a reconstrução do templo judeu no monte do Templo. Entretanto, a reconstrução foi abandonada por conta de um terremoto ocorrido em 363. Alguns registros antigos mostram que os judeus ainda ofereciam sacrifícios perto do local da Pedra Fundamental.
O Califa Omar ordenou a construção de uma mesquita ao lado sudeste do local, em direção a Meca, somente 78 anos após isto foi concluída a mesquita de al-Aqsa.
A construção original ficou conhecida por ter sido feito de madeira.
Em 691, uma mesquita octogonal com uma cúpula foi construída sobre as rochas, chefiada pelo califa Abdal Malique, ficando o santuário conhecido como a Domo da Rocha.
Sua cúpula em si foi coberta de ouro somente em 1920.
Em 715, os omíadas liderados pelo califa Ualide I, construíram um templo nas proximidades dos Chanuyot (ver ilustrações e imagem detalhada), que deram o nome de al-Masjid al-Aqsa, a al-Aqsa ou traduzido "a mais distante mesquita ", correspondente à crença muçulmana de milagrosa jornada noturna como relatado no Alcorão e hádice feita por Muhammad.
O termo Salharam Alxarife (al-Haram al-Sharif ?ou Santuário Nobre refere-se a toda a área que circunda a rocha, como foi chamado mais tarde pela mamelucos e Império Otomano.
Após o local ter sido conquistado pelos cruzados em 1099, os Templários se estabeleceram na Mesquita de Al-Aqsa e fizeram do local seu quartel general. Saladino reconquistou Jerusalém e os templos em 2 de outubro de 1187, através do Cerco de Jerusalém.
Antes da queda pelos cristãos, Saladino ofertou generosos termos de rendição, os quais foram rejeitados.
Após o cerco ter iniciado, ele ofereceu 25% do reino de Jerusalém ao povo cristão, que também foi rejeitado, porém após a morte de uma série de muçulmanos (estima-se 5.000), as forças cristãs lideradas por Balião de Ibelin iniciaram a destruição dos locais sagrados muçulmanos localizados na Esplanada das Mesquitas, o que gerou a revolta entre os muçulmanos.
Após a captura de Jerusalém, Saladino convidou os judeus a voltarem a cidade, sendo que estes anteriormente foram expulsos pelos cristãos.
Os judeus de Ascalão, uma grande população judaica, aceitaram este convite e voltaram a viver em Jerusalém.
exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D5000
Exposição: 1/500 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/11
ISO: 200
Dist.Focal: 30mm
Dist.Focal (35mm): 45 mm
Software: PhotoScape

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AL-HARAM AL-SHARIF
Segundo a ortodoxia judaica, os judeus não devem penetrar no monte do Templo porque o consideram um lugar sagrado profanado e porque poderiam, sem querer, violar o Sancta sanctorum do desaparecido templo, isto é, a zona do mesmo cuja entrada só estava permitida ao sumo sacerdote.
Em 361, o imperador romano Juliano, ordenou a reconstrução do templo judeu no monte do Templo. Entretanto, a reconstrução foi abandonada por conta de um terremoto ocorrido em 363. Alguns registros antigos mostram que os judeus ainda ofereciam sacrifícios perto do local da Pedra Fundamental.
O Califa Omar ordenou a construção de uma mesquita ao lado sudeste do local, em direção a Meca, somente 78 anos após isto foi concluída a mesquita de al-Aqsa.
A construção original ficou conhecida por ter sido feito de madeira.
Em 691, uma mesquita octogonal com uma cúpula foi construída sobre as rochas, chefiada pelo califa Abdal Malique, ficando o santuário conhecido como a Domo da Rocha.
Sua cúpula em si foi coberta de ouro somente em 1920.
Em 715, os omíadas liderados pelo califa Ualide I, construíram um templo nas proximidades dos Chanuyot (ver ilustrações e imagem detalhada), que deram o nome de al-Masjid al-Aqsa, a al-Aqsa ou traduzido "a mais distante mesquita ", correspondente à crença muçulmana de milagrosa jornada noturna como relatado no Alcorão e hádice feita por Muhammad.
O termo Salharam Alxarife (al-Haram al-Sharif ?ou Santuário Nobre refere-se a toda a área que circunda a rocha, como foi chamado mais tarde pela mamelucos e Império Otomano.
Após o local ter sido conquistado pelos cruzados em 1099, os Templários se estabeleceram na Mesquita de Al-Aqsa e fizeram do local seu quartel general. Saladino reconquistou Jerusalém e os templos em 2 de outubro de 1187, através do Cerco de Jerusalém.
Antes da queda pelos cristãos, Saladino ofertou generosos termos de rendição, os quais foram rejeitados.
Após o cerco ter iniciado, ele ofereceu 25% do reino de Jerusalém ao povo cristão, que também foi rejeitado, porém após a morte de uma série de muçulmanos (estima-se 5.000), as forças cristãs lideradas por Balião de Ibelin iniciaram a destruição dos locais sagrados muçulmanos localizados na Esplanada das Mesquitas, o que gerou a revolta entre os muçulmanos.
Após a captura de Jerusalém, Saladino convidou os judeus a voltarem a cidade, sendo que estes anteriormente foram expulsos pelos cristãos.
Os judeus de Ascalão, uma grande população judaica, aceitaram este convite e voltaram a viver em Jerusalém.
Tag’s: AL-HARAM AL-SHARIF.,JERUSALEM,ESPLANADA DAS MESQUITAS,ISRAEL,PALESTINA
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Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D5000
Exposição: 1/500 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/11
ISO: 200
Dist.Focal: 30mm
Dist.Focal (35mm): 45 mm
Software: PhotoScape


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